quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Democracia: nossa classe politica é legitima representante do povo

Não é a primeira vez que alguém diz isso nem a primeira vez que eu digo isso, mas basta ler o jornal para ver que reclamar dos nossos políticos eleitos democraticamente é correr atras do próprio rabo.

No G1 (globo.com) de hoje tem uma pequena matéria sobre o pente fino realizado pelo INSS sobre os benefícios de "aposentadoria por invalidez":
Os aposentados por invalidez do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão alvos da próxima fase do Operação Pente-Fino, que está revisando os benefícios por incapacidade. O governo federal anunciou que, após a operação realizada para revisar o pagamento do auxílio-doença, o INSS revisará as aposentadorias por invalidez, já a partir deste mês.
Ao todo, serão convocados 1,5 milhão de pessoas que há mais de dois anos estão sem perícia. Dessas, 530 mil recebem o auxílio-doença e mais de 1 milhão são aposentados por invalidez com menos de 60 anos.
Até o momento, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, cerca de 200 mil benefícios de segurados que recebiam o auxílio-doença passaram por auditoria e 160 mil tiveram seus auxílios-doença cancelados.
 Veja o detalhe desta ultima frase! Repito:

Até o momento, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, cerca de 200 mil benefícios de segurados que recebiam o auxílio-doença passaram por auditoria e 160 mil tiveram seus auxílios-doença cancelados.

Pequeno gráfico para que seja mais fácil de visualizar o tamanho do problema que temos em nosso pais:

E alguém aqui ainda acha que uma "reforma politica" vai resolver o problema? Somos um pais dominados por picaretas e não exite reforma politica capaz de mudar essa cultura.

Como então mudamos uma cultura?

Já foi feito antes, com resultados positivos e negativos. Algumas vezes na porrada, outras por trauma e outras pouco a pouco. Como queremos fazer?

Uma coisa é certa. Se continuarmos com nossa atitude de "cada um por si" continuaremos no mesmo caminho: cada um quebrando um par de regrinhas para sobreviver no pais de "Gersons", sem peso na consciência mas sem empurrar o carrinho de mão na direção certa.

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