quinta-feira, 28 de abril de 2011

Bicicleta Branca


Realmente foi um "outro tipo de experiência". Não que eu já não possa me considerar um "ciclista frequente", mas é que desde meus 11 ou 12 anos de idade (1987 !?), quando vendi minha Caloi Extra Light com guidão cassola, canote curvo e banco concorde para comprar a minha primeira Caloi 10, que eu não andava com uma bike tão crua. Foi uma mistura de "back to basics" com "back to the future" (na parte em que nosso heroi volta ao passado, só para não perder o trocadilho), pedalando de pé para o trabalho, jogando a bike da direita para a esquerda e saltando meios-fios com uma destreza bastante enferrujada.

Hoje pela manhã passei no "Ponto de Apoio" da praça 19 e peguei emprestada a bike para um test-drive no belo plano das bicicletas brancas: mande um email, entre em uma curtíssima fila, e pegue uma bike branca tão básica como uma camiseta, para usufruir e experimentar livremente por uma semana. Nesses próximos 7 dias, além de um pequeno diário de bordo de minha relação com a bike branca e as sarjetas curitibanas, vou colocar aqui algumas de minhas reflexões e rabujadas sobre o que tudo isso significa e pode significar. Uma oportunidade para pensar e repensar nossas relações humanas, com a cidade, com a propriedade privada, bens comuns e com o bem comum, e o que vier nessa telha mal humorada.

Enquanto isso sugiro o site:

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